domingo, 4 de dezembro de 2016

'Vocês precisam pensar o Brasil como nação', diz Bresser-Pereira

A países como Inglaterra, Estados Unidos e Japão, segundo ex-ministro, interessa ocupar nosso mercado interno. "Esse processo ocorre por meio de multinacionais e de empréstimos"
por Jaqueline Silveira
Sul21 – O auditório da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) ficou completamente lotado, na noite de ontem (1º), para assistir à palestra do ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser-Pereira. Antes, foi realizado o lançamento do livro Remando contra a maré: desenvolvimento e política industrial no RS (2011-2014), organizado pelos professores Carlos Henrique Horn, Junico Antunes, Ivan de Pellegrin e Ibes Eron Alves Vaz. A obra reúne 34 autores e a sessão de autógrafos ocorreu durante a Feira do Livro de Porto Alegre.
Com o tema “Para onde crescer: desenvolvimento, política industrial e o papel dos Estados”, Bresser-Pereira, que é professor emérito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e criador da Revista de Economia Política, abordou inicialmente o cenário econômico mundial antes de se debruçar na crise brasileira. Conforme ele, a globalização e o neoliberalismo enfrentam uma crise desde 2007.
Já em 2016, avaliou o economista, “arrebentou” a crise política do neoliberalismo e que resultou, por exemplo, no Brexit – saída do Reino Unido da União Europeia – e na vitória do empresário Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos. “Há uma crise política do neoliberalismo e da globalização somada à crise econômica”, observou o ex-ministro, com experiência nos setores público e privado.
No Brasil, ressaltou ele, a crise econômica não será solucionada enquanto o governo mantiver uma taxa de câmbio “altamente apreciada” e juros “altamente escandalosos.” Esses dois fatores, conforme sua avaliação, inibem a taxa de lucros e investimentos no país. Os governos petistas, na opinião do economista, não enfrentaram essas questões, apesar de uma tentativa sem sucesso da ex-presidenta Dilma Rousseff em mexer no câmbio e nos juros.

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Lula participa dos atos de homenagem a Fidel Castro

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou dos atos de homenagem a Fidel Castro em Santiago de Cuba. Fotos: Ricardo Stuckert.





Temer garante TVs e rádios para golpistas

Por Altamiro Borges - blog:
Sem legitimidade e cada vez mais detestado pelo povo, o Judas Michel Temer tem feito de tudo para garantir o apoio dos donos da mídia. Ele já concedeu anistia às emissoras de radiodifusão que estavam com as suas concessões vencidas, aumentou as verbas publicitárias para as poucas famiglias que dominam o setor e agora decidiu entrar na briga para manter as concessões de rádio e tevê dos políticos com mandato – o que atenta contra a própria legislação em vigor no país. Com estas iniciativas, o usurpador tenta comprar a cumplicidade da imprensa mercenária, que foi protagonista do “golpe dos corruptos” e agora cobra a fatura.
Segundo reportagem de Wellington Ramalhoso, publicada no site UOL nesta quinta-feira (1), “o presidente Michel Temer (PMDB-SP) acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) para tentar barrar processos judiciais contra políticos que possuam concessões de rádio e TV. A iniciativa, tomada por meio da AGU (Advocacia-Geral da União), pode favorecer 40 parlamentares, entre eles os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Agripino Maia (DEM-RN), Fernando Collor (PTC-AL) e Jader Barbalho (PMDB-PA)”. Estes e outros caciques partidários, que apoiaram o impeachment de Dilma, possuem emissoras nos seus estados afiliadas à Globo, SBT, Band e Record.
A decisão de ingressar no STF com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) foi tomada pela governo ilegítimo em 9 de novembro. Ela solicita aos ministros que suspendam e julguem inconstitucionais as sentenças judiciais que contrariam os interesses de deputados e senadores. A arguição alega que tais decisões conferem “interpretação incorreta à regra de impedimento constante do artigo 54” da Constituição e “ofendem os preceitos fundamentais da proteção da dignidade da pessoa, da livre iniciativa, da autonomia da vontade, da liberdade de associação e da liberdade de expressão”.

Quem foi Tristão Gonçalves?

Tristão Gonçalves de Alencar, mais tarde Araripe, (Crato - Ceará, 1789 — Jaguaretama - Ceará, 30 de outubro de 1825), filho da heroína Bárbara de Alencar, foi um revolucionário que participou da Revolução Pernambucana em 1817 e da Confederação do Equador em 1824. Foi brutalmente assassinado pelas forças imperiais no interior do Ceará.
Em 1817, Tristão Gonçalves de Alencar Araripe, juntamente com a mãe Bárbara de Alencar, o irmão José Martiniano de Alencar e o tio Leonel Pereira de Alencar, participou da Revolução Pernambucana e tentou fazer revolução em terras cearenses, no que viria a ser chamado de República do Crato. No entanto, não obteve sucesso.
Os revolucionários foram presos por forças do governo sob o comando do capitão-mor José Pereira Filgueiras e enviados para presídios em Fortaleza. Tristão Gonçalves de Alencar Araripe - Antes da revolução Tristão Gonçalves Pereira de Alencar.
Nasceu em Salamanca em 1790, sendo seus paes o português José Gonçalves dos Santos e D.a Barbara Pereira de Alencar (vide). Com seu irmão José Martiniano de Alencar l vide) tomou parte na revolução de 1817 e padeceu nos cárceres da Bahia; com Filgueiras fez a expedição de Caxias, que anniquilou o poderio de Fidié; foi a alma da Revolução do Equador no Ceará e por isso acclamado seu presidente. Havendo sahido de Fortaleza em direcção ao Aracaty no interesse do movimento republicano, foi batido pelas forças imperiaes em Santa Rosa, á margem do Jaguaribe, e trucidado a 31 de Outubro de 1824. Seus restos expostos à irrisão publica ficaram alli atirados até que a mão piedosa de um amigo lhes deu sepultura.

sábado, 3 de dezembro de 2016

Barrocal: Golpe derreteu!

Canalhas - e incompetentes
O Conversa Afiada reproduz trecho da reportagem "Beco sem saída", de André Barrocal, publicada na edição desta semana de Carta Capital:
A convite de um amigo, Michel Temer participou na segunda-feira 28 à noite de um seminário sobre o futuro do Brasil em um hotel ao lado da residência oficial. No fim do discurso, comentou: "Nós não temos instituições muito sólidas". E acrescentou: qualquer "fatozinho" consegue abalá-las. Seria a visão de um observador das redondezas ou uma autocrítica? O fato é que seu governo entra no último mês do ano não exatamente sólido. Longe disso. No País, reinam o caos e a incerteza, inclusive sobre o futuro do presidente. Um dos principais argumentos dos defensores do impeachment de Dilma Rousseff, a troca de governo não levou à melhora da economia. Ao contrário. O Produto Interno Bruto derrete e caminha-se para mais recessão em 2017. Na política, Temer tornou-se alvo de pedidos de cassação por causa de sua mal explicada interferência na refrega entre os ex-ministros Geddel Vieira Lima e Marcelo Calero em torno da construção de um prédio residencial em uma área em Salvador tombada pelo patrimônio histórico. A disputa merece agora a atenção da Procuradoria-Geral da República. Não bastasse, o presidente entrou no meio do fogo cruzado entre o Congresso e a Operação Lava Jato, tiroteio que antecedeu a assinatura dos temidos acordos de delação premiada da Odebrecht na quinta-feira 1º.
Acabou? Não! O Brasil adentra em um grave crise social. Entre maio e outubro, 333 mil empregos com carteira assinada foram fechados. Os demitidos engrossaram um contigente de 12 milhões de desempregados. O Bolsa Família, colchão de renda nas camadas mais pobres, excluiu 1,1 milhão de beneficiários em novembro por ordem oficial, na contramão de um debate mundial, segundo reportagem de Carlos Drummon à página 26. O Nordeste vive a pior seca em um século. No Rio de Janeiro, somem remédios dos hospitais, restaurantes populares mantidos pelo governo são fechados, fruto da falta de verba. Cada vez mais, a massa de defensores do impeachment de Dilma olha desconfiada para a atual administração. Na quarta-feira 30, após meses de um silêncio covarde, ouviram-se panelaços nas principais cidades do País. Enquanto isso, cresceu a violência nas repressões a estudantes e movimentos sociais que protestam contra as medidas de austeridade, como se viu no confronto em Brasília no dia anterior.
(...)

PSDB quer os cofrinhos e os cofrões

Secretaria de Governo é micharia
Do Estadão:
Com o governo acuado por uma sucessão de crises políticas e pressionado pelo cenário de retração na economia, o presidente Michel Temer tenta repactuar sua gestão dando mais espaço para o PSDB. Temer ofereceu à legenda tucana a articulação política, mas a pasta da Secretaria de Governo – vaga desde a saída de Geddel Vieira Lima – foi recusada. A intenção do PSDB é ter influência na área econômica, considerada determinante para o sucesso da gestão.
O posto que era ocupado por Geddel é considerado pelo PSDB como uma fonte de desgaste, que não atende a expectativa do partido, principal aliado do governo do peemedebista no Congresso. A demanda dos tucanos é ter protagonismo na formulação da política econômica comandada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Líderes do PSDB garantem que a sigla não age para desestabilizar o titular da Fazenda.

Dilma Rousseff assume Presidência do Conselho da Fundação Perseu Abramo

Jornal GGN - Durante o encontro de nomeação dos novos conselheiros e conselheiras e diretora da Fundação Perseu Abramo (FPA), a ex-presidente Dilma Rousseff tomou posse como presidenta do Conselho Curador, nesta sexta-feira (02).
Durante a reunião, que durou toda o dia desta sexta em São Paulo, Dilma fez um balanço do novo governo de Michel Temer, o cenário crítico do país atualmente, com a grande base aliada do peemedebista no Congresso, e as consequências de uma possível queda de Temer, ocasionando eleição indireta. "É o golpe dentro do golpe", resumiu.
No artigo "Xadrez do golpe no golpe", publicado na última sexta (25), Luis Nassif analisava que o depoimento do ex-ministro da Cultura de Michel Temer, Marcelo Calero, era o primeiro passo na deflagração de uma tentativa do PSDB de assumir a Presidência da República.
"Quando o Estado e a política ficam irrelevantes, a direita aparece", disse a mais nova presidenta do Conselho Curador da Fundação. Dilma mostrou-se disposta a tentar construir saídas para o partido. "Temos de ir para o meio do ringue", afirmou.
"É a hora e a vez da Fundação. São grandes desafios. É muito importante para o PT que sejamos capazes de agir diante das mudanças da realidade", completou. A ex-presidente acompanha Luiz Inácio Lula da Silva, ainda nesta sexta, em viagem a Cuba, onde participarão da homenagem a Fidel Castro.

Desgoverno Temer destruindo os direitos dos trabalhadores

Juristas contra o desmonte do Estado Brasileiro

Fidel e o ranço da mídia no Brasil

O ativista político Milton Alves, que morou em Cuba no início dos anos 90, em artigo especial, analisa o editorial do ex-jornal Gazeta do Povo do último dia 28 de novembro. Segundo o articulista, o blog de direita comenta a morte de Fidel Castro através de um olhar visceralmente anticomunista, como nos tempos da chamada ‘guerra fria’, uma narrativa rançosa, muito clichê e pouca informação sobre a vida e a trajetória da multifacetada personalidade do líder histórico da revolução cubana.(Blog Elmael Morais)
Fidel e o ranço da Gazeta do Povo
Por Milton Alves*
O editorial desta segunda-feira (28) da Gazeta do Povo sobre a morte de Fidel Castro (e seu legado) foi marcado por um primitivo anticomunismo, um amontoado de surrados clichês do período da chamada ‘guerra fria’, uma linguagem rançosa, muito discurso e pouca informação. Os jornais conservadores como o Estado de São Paulo e o Globo adotaram uma linha editorial mais multifacetada sobre o personagem histórico.
No entanto, o editorial da Gazeta preferiu carregar nas tintas para demonizar o líder histórico da revolução cubana. Um dos trechos do artigo afirma que Fidel foi o mais sanguinário ditador das Américas, uma afirmação sem base na realidade. Ainda mais num continente com tiranos como Pinochet no Chile, Videla na Argentina, Papa Doc no Haiti, rematados genocidas.
Em Cuba ocorreu uma autêntica revolução popular, apoiada num forte movimento social nas cidades e uma guerrilha que catalisou a onda insurrecional contra a tirania de Batista. A revolução teve amplo apoio popular e até de setores da classe dominante cubana, setores da burguesia foram favoráveis ao processo no seu início.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Dia 4 - domingo - evento dos Coxinhas. Tô fora!

Dia 4 - domingo - evento dos Coxinhas. Tô fora!

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Traíra corre atrás de Armínio Fraga

Sem eleições, tucanos seguem a tomada do governo
Por Fernando Brito, no Tijolaço:
“Dream Team” de Meirelles: o sonho acabou?
No governo do dinheiro, o voto do mercado, já se demonstrou, governa o eleito pelo voto popular.
Na matéria de O Globo e nas notas da Folha e do Estadão, surgem sinais fortes de que a unanimidade em torno da “equipe econômica dos sonhos” liderada por Henrique Meirelles acabou-se.
Como antes com Joaquim Levy, as “mãos de tesoura” vão se esgotando à medida em que não se faz cortes por um projeto econômico: os cortes são o próprio projeto de economia.
O capital de Meirelles era Meirelles, mas o Meirelles de Lula, que dava rumo e limite à poda e, no tranco, cessava o corte e fazia regar a economia, quando a seca ameaçava a planta, como em 2008/9.
Na Folha, uma frase de um palaciano resume:“A equipe dos sonhos não está conseguindo entregar os sonhos da equipe”.

Traíra fecha indústrias

Vai lá e reabre, Cegonhóloga!
Produção industrial cai 1,1% entre setembro e outubro
A produção industrial brasileira registrou redução de 1,1% em outubro deste ano, na comparação com setembro. A queda veio depois de uma alta de 0,5% entre agosto e setembro. Em relação a outubro de 2015, a queda chegou a 7,3%, a trigésima segunda taxa negativa neste tipo de comparação. A produção da indústria acumula perdas de 7,7% no ano e de 8,4% em 12 meses.
Na passagem de setembro para outubro deste ano, as quatro grandes categorias econômicas da indústria tiveram queda, com destaque para os bens de capital, ou seja, as máquinas e equipamentos (-2,2%). Os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados para o setor produtivo, caíram 1,9%.
(...) Vinte das 24 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção entre setembro e outubro de 2016, com destaque para os produtos alimentícios (-3,1%), os veículos automotores (-4,5%) e o setor de borracha e plástico (-4,9%). Agência Brasil.

O juiz Sérgio Moro está fugindo

Por Leandro Fortes, no site da CTB:
A Operação Lava Jato, dentro de um contexto social e político honesto, teria sido um presente para o Brasil. Acho que ninguém discorda de que, um dia, seria necessário acabar com a cultura da corrupção que sempre ligou empreiteiros e políticos brasileiros.
O fato é que, em pouco tempo, foi fácil perceber que as decisões e ações demandadas pelo juiz Sérgio Fernando Moro estavam eivadas de seletividade. Tinham como objetivo tirar o PT do poder, desmoralizar o discurso da esquerda e privilegiar aqueles que, no rastro da devastação moral levada a cabo pelo magistrado, promoveram a deposição da presidenta Dilma Rousseff.
Hoje, graças à Lava Jato, a economia nacional está devastada, o Estado de Direito, ameaçado, e o poder tomado por uma quadrilha que fez do Palácio do Planalto uma pocilga digna de uma republiqueta de bananas de anedota.
Agora, quando os grupos golpistas ligados ao PSDB e PMDB começam a ser atingidos pela mesma lama que a Lava Jato pensou em represar apenas para o PT, o juiz Moro pensa em tirar um ano sabático, nos Estados Unidos.
Isso, obviamente, não pode ser uma coisa séria.
Um juiz de primeira instância destrói a economia e o sistema político de um país, deixa em ruínas 13 anos de avanços sociais, estimula o fascismo, divide a nação e, simplesmente, avisa que vai tirar férias de um ano?
Não se enganem: o que está havendo é uma fuga planejada.

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Moro, um esculacho na hora certa.

Coluna Antonio Ibiapino
Ontem por ocasião do debate sobre as 10 medidas contra a corrupção, que ocorreu no Senado Federal, o juiz Silvio Rocha, mesmo de forma muita educada deu um esculacho no já desmoralizado Sérgio F. Mora; disse Silvio Rocha: "É inaceitável espetacularizar o processo, não podemos aceitar que os advogados em muitos casos, não tomem conhecimento do processo, enquanto a imprensa já tem os mínimos detalhes do mesmo".
Refletindo sobre esta questão, podemos perguntar: quem informa à imprensa? Por que informa? Quem é beneficiado com tais informações? A imprensa paga por tais informações? Ou tem gente das empresas de comunicação infiltrada no poder judiciário?
Sérgio Moro deveria dar estas explicações à sociedade brasileira e também à suprema corte, mas não o fará, porque  é um sem vergonha.
Não sei se viram ontem, mas ele não consegue olha de frente para as pessoas. Esta é uma características de todos os desavergonhados.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

A choradeira do Ministério Público

A associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) fazem manifestação em frente ao STF contra aprovação da lei anticorrupção.



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