terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Ato contra a nomeação de Alexandre de Moraes no Rio de Janeiro

Ato contra a nomeação de Alexandre de Moraes como ministro do STF contou com a presença de nomes como Marielle Franco, Elisa Lucinda, Gregório Duvivier, Adriana Schneider entro outros. A ação foi realizada no Circo Voardor, no Rio de Janeiro Moraes será sabatinado hoje, mesmo diante de centenas de manifestações contra a sua candidatura, os senadores da república decidem, mais uma vez, não escutar a voz do povo. Fotos de isadora Freixo e Francisco Proner Ramos / Mídia NINJA



O capitalismo não é pessoal. Por Ana Roxo

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Atos no Rio e SP repudiam nomeação de Moraes ao STF

Na véspera da sabatina no Senado, juristas, acadêmicos e estudantes lembram que atuação de Moraes é marcada por chacinas e que sua nomeação consolida o golpe
Juristas, movimentos sociais, estudantes e professores de direito realizaram manifestações em repúdio à indicação de Alexandre de Moraes à vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os atos aconteceram em São Paulo e no Rio de Janeiro na noite desta segunda-feira (20), véspera da sabatina de Moraes na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
Na capital fluminense, o ato no Circo Voador reuniu artistas, professores e representantes de movimentos sociais, como o ator Osmar Prado, o humorista e escritor Gregório Duviver e o Diretor da Faculdade Nacional de Direito, Flavio Martins, além do deputado federal e ex -presidente da OAB/RJ , Wadih Damous (PT-RJ).
Em São Paulo, o evento aconteceu no Largo São Francisco, em frente ao prédio da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), onde Moraes é professor. Organizado pelo Centro Acadêmico XI de Agosto – Direito USP, o ato de repúdio teve apoio da Associação Juízes para a Democracia (AJD), Sindicato dos Advogados do Estado de São Paulo (SASP), União Nacional dos Estudantes (UNE), entre outros.
“A nomeação de Moraes ao STF representa a evidência de um golpe no País. Não é um golpe instantâneo, é um processo, porque junto com o impeachment o processo continua na destruição das bases constitucionais da classe trabalhadora”, afirmou o jurista e professor da USP, Jorge Luis Souto Maior, presente ao ato em São Paulo.
Para ele, o desmonte da Previdência e a destruição completa dos avanços dos direitos sociais fazem parte desse processo do golpe. E conclama: “É preciso fazer com que o golpe não se consuma. É preciso lutar e resistir a essa nomeação”.
Na avaliação da professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP), Ana Lucia Pastore, a nomeação de Alexandre de Moraes ao Supremo é uma vergonha para os professores da USP.

A Polícia Federal virou uma arena com tristes palhaços

Sandra Maria Gonçalves: A Polícia Federal virou uma arena com tristes palhaços querendo aparecer ,vão trabalhar sério ...onde está o dono do avião cheio de coca ,para onde iria ...e "Angorá" nomeado por "temeroso" ..ahhh ...onde anda " Mineirinho".... onde o avião caiu perto da sua fazenda.?...Montem seu bloco ...época de carnaval ..quem leva o estandarte é esse delegado ....estamos cheios de piruetas que vcs fazem questão de executar..... fogo dentro da PF ? viram que ninguém deu cartaz ? Pois é...culpa das suas tramoias ,como sempre...alguns trabalham sério e não tem mérito aí dentro ...né ?

Gleisi entra em campo contra o monopólio da Globo; assista

PT vai representar contra delegado da PF que cria factoides para perseguir Lula

A Bancada do PT na Câmara vai entrar com uma representação contra o delegado da Polícia Federal Marlon Oliveira Cajado dos Santos, por abuso de poder e perseguição ao ex-presidente Lula. O anúncio foi feito pelo vice-líder da bancada, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), em plenário, nesta segunda-feira (20). “Esse delegado tem que responder criminalmente por abdicar da isenção exigida pelo cargo que ocupa, por assumir uma postura político-partidária e agir em desacordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) com o único objetivo de produzir manchetes contra os ex-presidentes Lula e Dilma na grande mídia”, criticou Pimenta.
Sem esconder sua indignação com a postura de Marlon Cajado, Paulo Pimenta disse que o que motivou o delegado a atribuir crime de obstrução de Justiça a Lula e Dilma foi o episódio da nomeação de Lula para ministro da Casa Civil, em abril do ano passado. Em um relatório de 47 páginas enviado ao ministro do STF Edson Fachin, relator da Lava Jato, o delegado acusa os ex-presidentes Lula e Dilma e o ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante de provocar “embaraços ao avanço das investigações da Operação Lava Jato”. Lula e Dilma são acusados de obstruir a Justiça e Mercadante, além desse delito, tráfico de influência.
“Já assistimos com perplexidade ao STF tomar na semana passada a decisão favorável à nomeação de Moreira Franco para cargo de ministro de Temer, atitude oposta a adotada em abril de 2016. Fato mais absurdo ainda foi a Suprema Corte entender que a nomeação para cargo de ministro não configura desvio de finalidade e que prerrogativa de foro não importa obstrução da Justiça ou paralisação de investigação. E, mesmo assim, um delegado, claramente com objetivo de criar um factoide político, contraria o STF e acusando Lula e Dilma exatamente de cometer esses crimes”, destacou Paulo Pimenta.
O ministro Celso de Mello, do STF, manteve Moreira Franco como ministro de Temer, enquanto a nomeação de Lula foi suspensa pelo ministro Gilmar Mendes.
Crimes de Moro – Paulo Pimenta relembrou ainda que foi nesse episódio da nomeação de Lula que o juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato, cometeu o crime de interceptar de maneira ilegal uma conversa entre Lula e Dilma. “Cometeu o crime e depois agravou a sua responsabilidade quando disponibilizou a conversa que tinha sido anulada pelo então ministro Teori Zavascki, do STF, uma vez que a captação foi obtida de forma criminosa pelo juiz Moro”, enfatizou o deputado do PT gaúcho.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Podem copiar a fantasia! Massa!

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#ForaTemer no Carnaval

Primeiramente, #ForaTemer Bloco Abolição, no Bixiga, domingo 19 de fevereiro, em São Paulo. Foto: Tuane Fernandes / MN

Depois do Golpe, o Brasil tá piorando

Depois do Golpe, o Brasil tá piorando. Mídia brasileira mente diariamente.

Golpe tem a dimensão da Independência, da Abolição, da República, da Revolução de 30 e de 1964

“O golpe não terminou. A segunda etapa pode ser muito mais radicalizada e repressora”

Marco Weissheimer - SUL21
Quase seis meses depois da votação da última etapa do impeachment no Senado Federal, Dilma Rousseff olha para esse período não como uma página virada na sua história de vida ou na história política do país, mas sim como um processo em andamento. “O golpe não acabou”, afirma, advertindo para os riscos que a democracia brasileira corre com o desenrolar do processo golpista. Em entrevista ao Sul21, concedida em seu apartamento em Porto Alegre, Dilma Rousseff fala sobre as raízes profundas e aparentes do golpe, denuncia o desmonte de políticas sociais e de setores estratégicos para o país, como as indústrias naval e petrolífera, e aponta as tarefas que ela considera prioritárias para a esquerda e para todas as forças progressistas do país:
“A questão democrática é fundamental para nós. Sempre ganhamos quando a democracia se aprofundou e sempre perdemos quando ela foi restringida. O que está em jogo hoje é o que vai ser a eleição de 2018. Essa será a pauta a partir da metade do ano. Acho que o Lula, nesta história, cumprirá um papel muito importante, concorrendo ou não. A segunda etapa do golpe pode ser muito mais radicalizada e propensa à repressão. Nossa missão é garantir o maior espaço democrático possível, denunciar todas as tentativas de restrição das liberdades democráticas e tentar garantir em 2018 um processo que seja construído por baixo”, defende.
Sul21: Em um artigo publicado na semana passada, o sociólogo e cientista político Aldo Fornazieri afirmou que a consequência mais trágica do golpe é a destruição do Brasil enquanto nação e a sua decomposição moral. Do ponto de vista econômico, afirma ele, o país está à venda. Do ponto de vista social, há um grande desastre em curso, com um massacre de direitos. A senhora concorda com essa avaliação?
Dilma Rousseff: Concordo. Acho que ele tem toda a razão. Há exemplos muito concretos, como a questão das empresas que compõem a cadeia de petróleo e gás. Estamos vivendo um momento de destruição dessa cadeia que era uma das mais importantes do país. Ela é uma das mais importantes porque a produção de petróleo em águas profundas exige um fornecimento de equipamentos e serviços de engenharia, uma expertise em extração de petróleo em grandes profundidades sob grande pressão e altas temperaturas. Ela exige uma tecnologia sofisticada. Todos os países desenvolvidos – e mesmo os em desenvolvimento – que tiveram a experiência da descoberta de petróleo buscaram, de alguma forma, internalizar essa cadeia, fazendo que ela não fosse uma cadeia externa para não ter o efeito da chamada doença holandesa. Nesta doença, você cria uma riqueza, por exportação ou exploração da mesma, mas essa riqueza não é internalizada na forma de criação de empregos, investimentos, desenvolvimento científico e tecnológico.

Pelo fim da ditadura da Globo no futebol. #Brasil

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Ciclo de Debates: O PT, O GOLPE E O PED

Em Fortaleza: Ciclo de Debates: O PT, O GOLPE E O PED - Quais os rumos a seguir? Dia 21 de fevereiro(terça-feira) 18:30h, Local: Sede Estadual do PT - Av. da Universidade, 2189 - Benfica - Fortaleza-CE

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O gesto inédito de dois clubes paranaenses contra a ditadura da Globo no futebol

Pode não ser muito. Pode ser pouco. Mas também pode ser um acontecimento extraordinário: saberemos com o correr dos dias.
É possível que este domingo tenha sido o marco zero do fim do domínio imperial, tirânico da Globo sobre o futebol brasileiro.
Atlético Paranaense e Coritiba decidiram enfrentar a Globo — e a federação local.
Os times recusaram o dinheiro que a Globo pagaria pela transmissão do jogo entre os dois, o clássico Atletiba.
Era uma “esmola”, segundo o diretor de um dos clubes.
Descartada a “esmola”, Atlético e Coritiba acertaram com o YouTube a transmissão do jogo.
A Justiça proibiu — o que nada surpreende dada a força da Globo.
Os times tiveram uma atitude com potencial revolucionário para o futebol: decidiram não jogar. Os jogadores entraram em campo, ouviram o hino, foram para suas posições — mas não tocaram na bola.
A torcida, segundo jornalistas presentes ao estádio, aliás cheio, aplaudiu e vaiou. Aplaudiu os jogadores, que se deram as mãos em círculo ao sair de campo. Vaiou a Globo.
Repito: pode não dar em nada. Mas pode ser um sinal de que a paciência dos clubes com a Globo tenha chegado ao fim.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Aratuba, lugar belíssimo

Aratuba, distante de Fortaleza 3 horas, lugar belíssimo, tranquilidade e frio. Fotos: Daniel Pearl Bezerra - Mídia Livre.



Para trabalhadores, não é ‘reforma’ da Previdência. É fim

Especialistas alertam que PEC 287, que o governo tenta votar a toque de caixa, deve inviabilizar aposentadorias, afastar contribuintes e piorar o sistema público para favorecer o privado
por Vitor Nuzzi. da Revista do Brasil
Conhecido por apresentar em 2013 um relatório francamente favorável à ampliação da terceirização, o deputado Arthur Maia – na época no SD, hoje no PPS baiano – espera divulgar em meados de março seu parecer sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, de reforma da Previdência Social. O plano de trabalho na comissão especial foi apresentado em 14 de fevereiro, e prevê oito audiências públicas e seminário internacional.
A guerra começou, como diz o economista Eduardo Fagnani, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “O que está em jogo no Brasil não é um ajuste fiscal, é uma mudança no modelo de sociedade”, afirmou, durante evento organizado pelo Dieese e por nove centrais sindicais, que tentam unir forças para derrubar (como defendem alguns) ou modificar (como tentam outros) a PEC 287. Em comum, todos refutam o argumento central do governo Temer, que fala em necessidade de “reforma” para manter o sistema viável.

Folha mostra retrato do cartel mafioso midiático que atua contra Lula e a favor do golpe

Proposta de Temer para Previdência traz marca da exclusão social

Em seminário do PT na Câmara, o ex-ministro da Previdência no governo Lula declarou que o ilegítimo Temer propõe desmonte para pagar a conta do golpe
A proposta de desmonte da Previdência do governo usurpador de Michel Temer traz a marca da exclusão social, na avaliação do ex-ministro da Previdência Social no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Ricardo Berzoini.
“Não trata em nenhum momento da subtributação que existe no Brasil e trata de maneira cruel e absolutamente excludente os direitos previdenciários que foram constituídos a partir de uma luta social importante de várias décadas no Brasil”, declarou.
Ao lado da advogada e especialista em direito previdenciário, Thais Riedel (OAB-DF), Berzoini participou, nesta quinta-feira (16), do seminário “Nenhum direito a menos na Previdência”, promovido pela bancada do PT na Câmara. Este é o segundo encontro de um ciclo de debates que visam discutir o ataque à Previdência pública brasileira.
O ex-ministro deixou claro que é contra esta proposta pois ela tem viés “antisocial, antisolidário e antiproteção”. Para ele, uma reforma da Previdência deveria preservar o caráter de proteção social, da solidariedade e do caráter distributivo da Previdência.
E ressaltou que, além de não ter legitimidade para promover essas mudanças, o governo golpista de Temer apresentou essa proposta como forma de pagar a conta do golpe. “Precisamos lembrar sempre à população que o governo Temer está pagando uma conta para o sistema financeiro”, enfatizou.
O desmonte da Previdência, na sua avaliação, é um dos principais pilares da agenda do golpe. “O golpe foi dado com uma agenda clara, capitaneada por grandes entidades empresariais que tinham uma agenda para o Brasil e achavam incompatível com o governo legitimamente eleito em 2014”, afirmou.